No Método CEM, você vai aplicar o que aprende diretamente na sua empresa e passará a enxergá-la de uma maneira completamente diferente. Vai aprender a identificar onde concentrar seus esforços para fazer o dinheiro entrar de maneira mais constante, previsível e segura. E mais: você estará no comando!
E você não vai fazer isso sozinho. Você estará em uma turma de donos e gestores, compartilhando desafios reais e descobrindo, com a experiência dos outros, novas ideias e soluções para o seu próprio negócio.
Menos correria. Mais clareza. Mais resultado.
Sete encontros gravados, liberados um por semana, com uma comunidade de donos e gestores para trocar experiências.
Mas cada empresa tem um caminho diferente.
Escolha seu ramo de atividade e veja o Caminho do Caixa da sua empresa.
Você provavelmente já trabalha muito. Resolve problemas, atende clientes, cobra funcionários, paga contas, negocia com fornecedores, acompanha vendas.
E, mesmo assim, alguns problemas parecem nunca desaparecer.
O Método CEM parte de uma ideia simples
Nem todo problema merece a sua atenção agora.
Alguns problemas consomem tempo, dinheiro e energia, mas não mudam o resultado da empresa. Outros, quando resolvidos, destravam todo o restante.
O CEM ensina você a enxergar essa diferença e a concentrar seus esforços onde eles podem realmente fazer diferença.
Você não vai aprender a trabalhar mais.
Vai aprender a trabalhar no que importa.
Na indústria existe uma tentação muito comum: não deixar a equipe parada.
Se uma máquina está disponível e há pessoas para trabalhar, produz-se. Afinal, parece desperdício deixar recursos ociosos.
Mas, se aquilo que está sendo produzido ainda não pode seguir pelo Caminho do Caixa, essa produção não gera dinheiro. Ela vira estoque.
O estoque aumenta, o capital fica parado, e a empresa pode até trabalhar mais sem aumentar sua geração de caixa.
O problema não é falta de competência nem de esforço. É não perceber que manter todos ocupados não significa fazer a empresa avançar.
No Método CEM, a pergunta não é
“Temos capacidade para produzir mais?”
É
“Produzir mais agora fará o dinheiro caminhar mais rápido até o caixa?”
Porque fluxo é mais importante que ocupação.
No comércio existe uma tentação muito comum: não perder venda.
Se o cliente pode pedir, é melhor ter. Compra-se mais, estoca-se mais, concede-se prazo. Afinal, prateleira vazia é venda que não acontece.
Mas mercadoria parada não é patrimônio: é dinheiro seu, esperando na prateleira. E prazo concedido é a sua loja financiando a compra do cliente.
O estoque cresce, o recebimento demora, e a loja pode vender mais todo mês sem que sobre mais no fim dele.
O problema não é falta de competência nem de esforço. É não perceber que vender não é o mesmo que receber.
No Método CEM, a pergunta não é
“Estamos vendendo o suficiente?”
É
“O que vendemos hoje vai chegar ao caixa em quanto tempo?”
Porque não é a venda que paga as contas. É o recebimento.
Em serviços existe uma tentação muito comum: não dizer não.
Quando aparece um cliente, encaixa-se. Promete-se o prazo, aceita-se o trabalho. Afinal, recusar cliente parece perder oportunidade, e agenda com buraco incomoda.
Mas, se a etapa que limita a entrega já está cheia, o trabalho novo não é atendido mais rápido. Ele entra na fila. E fila, em serviço, o cliente sente na pele, em forma de atraso.
A agenda enche, a equipe corre, o prazo estica, e a empresa pode aceitar mais trabalho todo mês sem faturar mais por isso.
O problema não é falta de competência nem de esforço. É não perceber que aceitar um trabalho não é o mesmo que ter capacidade de entregá-lo.
No Método CEM, a pergunta não é
“Cabe mais um cliente na agenda?”
É
“Aceitar este trabalho agora fará o dinheiro chegar mais rápido, ou só vai alongar a fila?”
Porque o que limita o seu faturamento não é a procura. É a etapa mais lenta da entrega.
A maioria de nós aprendeu a enxergar a empresa por departamentos: vendas, produção, financeiro, entrega. E faz sentido: é assim que se organiza o trabalho.
Só que o dinheiro não percorre a empresa por departamentos. Ele percorre um caminho, que começa quando a venda é conquistada e termina quando o dinheiro entra no caixa.
Cada departamento pode estar fazendo a sua parte e, ainda assim, a empresa inteira estar perdendo velocidade.
O CEM não pergunta“Este departamento está trabalhando bem?”
Pergunta“O trabalho dele está ajudando o dinheiro a chegar mais rápido ao caixa?”
É aí que se enxerga a empresa de verdade.
arraste o diagrama para o lado
Cada degrau corresponde a um capítulo do Manual Oficial do Método CEM e a uma etapa registrada no seu Caderno de Bordo CEM. A ordem não é arbitrária: é a sequência que a Teoria das Restrições exige para gerar resultado sem desperdício.
Tempo de Trabalho x Tempo de Espera: o primeiro contato com a ideia de que o caixa segue um caminho, e que esse caminho tem um ponto que dita o ritmo de tudo.
Conceito de gargaloMapeamento do que está travando o fluxo de caixa, nem sempre onde parece estar.
DiagnósticoTroca de opinião por dado: a virada de chave que separa gestão de aposta.
Cultura de dadosIdentificação da restrição real, interna ou externa, que limita o resultado da empresa.
RestriçãoProteção do gargalo e sincronização do restante da operação em torno dele: a lógica do Tambor-Pulmão-Corda aplicada à realidade da empresa.
ExecuçãoA Bússola CEM: os três indicadores que substituem o achismo nas decisões financeiras, com Lucro Líquido e ROI como leitura final.
IndicadoresO ciclo que evita que a melhoria conquistada regrida, porque todo gargalo resolvido revela o próximo.
Melhoria contínuaPadrões recorrentes observados em diagnósticos aplicados a empresas reais de pequeno, médio e grande porte: indústria, comércio e serviços.
de lucro líquido, de R$ 16.133 para R$ 32.473 por mês, sem máquina nova.
de lucro, de R$ 31.637 para R$ 42.564 por mês, com R$ 1.300 de investimento.
por mês, sem investir nada. A carteira cresceu em 18 empresas.
de lucro líquido no contrato, de 4,5% para 119% do previsto.
O padrão que mais se repete: a empresa atribui o problema a uma causa externa, e o diagnóstico encontra a restrição dentro de casa.
Uma indústria vinha perdendo clientes por atraso de entrega e atribuía isso à concorrência, uma restrição aparentemente externa. O diagnóstico revelou uma restrição interna: falta de estoque de insumo crítico. Com o gargalo real corrigido, os clientes voltaram a comprar.
Restrição externa percebida → restrição interna real
Na mesma empresa, a carteira de clientes era grande, mas com poucos clientes ativos. Em vez de buscar clientes novos, o método direcionou o esforço para reativar quem já havia comprado e parado.
80% dos clientes inativos recuperados
de lucro líquido: de R$ 16.133 para R$ 32.473 por mês. O retorno sobre o investimento saltou de 13,9% para 32,5%.
por mês. A produção passou de 344 para 430 peças por dia sem máquina nova.
de R$ 6 mil para R$ 12 mil. Os orçamentos foram de 10 para 20, e os aceitos de 3 para 6.
por ano, somando redução de estoque, ganho em compras e receita recuperada.
de lucro: de R$ 31.637 para R$ 42.564 por mês, com R$ 1.300 de investimento.
por ano. Um ajuste no horário de produção rendeu R$ 239 a mais por dia.
de vendas já na primeira semana, medido em teste real. Projeção de R$ 30.550 no ano.
por ano de economia, já descontado o custo do novo quadro de funcionários.
por mês, sem investir nada. A carteira cresceu em 18 empresas com a mesma equipe.
de receita: de R$ 45.980 para R$ 73.568 por mês. A produção foi de 1.100 para 1.760 unidades.
de atendimentos por dia: de 6 para 9 pacientes, com o tempo por cliente caindo de 1h para 40 min.
de lucro líquido no contrato: de 4,5% para 119% de retorno.

Contador, especialista em Controladoria, com MBA em Administração e Mestrado em Educação, com dissertação sobre a Teoria das Restrições aplicada à educação. Criador do Método CEM.
Curso oferecido por
Os 7 degraus completos, prontos para aplicar na sua empresa.
Ferramenta de registro para documentar o diagnóstico e as ações em cada degrau.
Já no primeiro encontro, material para identificar a restrição da sua empresa.
Ganho, Investimento e Despesa Operacional aplicados às decisões do seu negócio.
Ao longo da jornada, você vai
Talvez algumas descobertas sejam desconfortáveis. Toda transformação começa quando deixamos de procurar culpados e passamos a procurar causas.
A aula.
A missão dentro da sua empresa.
A mudança que você vai promover.
O resultado no seu Caderno de Bordo CEM.
São sete degraus. A cada volta do ciclo, uma parte da sua empresa muda, e a aula seguinte parte de onde a anterior chegou.
Eu vou lhe ensinar o método. Vou mostrar o caminho. Vou fazer perguntas. Vou provocar você. Daí em diante, a decisão é sua.
Aprender a enxergar a própria empresa, descobrir o que realmente limita seu crescimento e assumir o comando das mudanças necessárias.
As inscrições para a próxima turma ainda não abriram. Deixe seu contato e receba o aviso antes de todo mundo, sem compromisso nenhum.
(31) 97258-8630 · contato@rmce.com.br
O Método CEM não inventa teoria de gestão: organiza o que já é comprovado em uma sequência prática, pensada para o dia a dia de quem administra.
O eixo central: toda empresa tem um único gargalo por vez, e é nele que o esforço deve se concentrar.
Redução do Tempo de Espera em favor do Tempo de Trabalho que efetivamente gera caixa.
Controle de processo e disciplina de execução: gestão como rotina, não como reação.
Foco nos poucos pontos que realmente movem o resultado, em vez de dispersão de energia.
Investigação estruturada da causa antes de qualquer plano de ação sobre o gargalo.
Meritocracia de resultado e disciplina para sustentar a melhoria depois de conquistada.
Leitura do gargalo também como posicionamento: onde a empresa compete e onde não deveria competir.
A síntese aplicada: 7 degraus, um Caderno de Bordo e uma Bússola de indicadores para decidir com dado.
São sete encontros gravados, liberados um por semana, para você assistir no horário que puder. As datas e as condições da próxima turma estão sendo definidas. Quem deixar o contato nesta página recebe o aviso antes da divulgação pública. Não há compromisso algum em se cadastrar.
As condições da próxima turma serão informadas na abertura, diretamente a quem deixou o contato. O Método CEM foi construído para a pequena e média empresa brasileira, e o investimento é dimensionado para esse público.
Depende de onde está o gargalo da sua empresa e da velocidade com que você agir sobre ele. O que o método garante é o começo: já no primeiro encontro você recebe o material para identificar a restrição e agir sobre ela, sem esperar o fim do curso. O resultado aparece na ação sobre o gargalo, não no encerramento da turma.
Não. O Método CEM foi construído para o dono da empresa, não para o especialista financeiro. Os indicadores da Bússola CEM são explicados de forma aplicada, degrau por degrau.
Já foi aplicado em diagnósticos reais em empresas de pequeno, médio e grande porte, em indústria, comércio e serviços. A lógica dos 7 degraus é a mesma; o que muda é onde o gargalo está.
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